Em assembleia realizada nesta terça-feira (21), os professores da rede municipal de São Paulo decidiram manter a greve, que já dura 20 dias.
Professores da rede de ensino municipal de São Paulo decidiram nessa terça-feira (21) em assembleia manter a greve iniciada em 2 de maio. Embora tenha mantido as propostas apresentadas nas negociações anteriores, a Secretaria de Educação condiciona a liberação do pagamento relativo aos dias parados à reposição das aulas. Isso fez com que a categoria decidisse continuar com o movimento.
Segundo matéria publicada no site Rede Brasil Atual, o presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal (Sinpeem), Claudio Fonseca, questionou o ato da atual gestão, considerando que a prática em administrações anteriores era pagar os dias parados e depois garantir a reposição das aulas. “Continuamos apostando que o governo possa ter sensibilidade para apresentar resposta concreta à reivindicação da categoria e reconhecer o direito de greve. O governo decidiu descontar todos os 20 dias de greve até aqui, num ato inédito na prefeitura de São Paulo. Nem José Serra, nem Gilberto Kassab decidiram pelo desconto, sempre optaram pela reposição das aulas, pelo compromisso com a população”, diz.
Os trabalhadores reivindicam reajuste de 6,55% retroativo a maio de 2011, 4,61% retroativo a maio de 2012 e 5,6% para este mês. Além disso, a categoria quer melhores condições de trabalho, acabar com as terceirizações e garantir a realização de concurso para os cargos vagos na administração municipal.
A prefeitura manteve sua posição inicial, com a proposta de reajuste prevista no substitutivo ao Projeto de Lei 155, de 2012, encaminhado pelo prefeito Fernando Haddad (PT) à Câmara. O texto, prevê reajuste de 0,01% referente a maio de 2011, de 0,82% para novembro de 2011, de 0,01% para maio de 2012 e de 0,18% para este mês. O pagamento dos reajustes seria feito em duas parcelas, a primeira em agosto deste ano e a segunda em agosto de 2014. Além disso, fica estabelecido um novo piso salarial para os servidores, de R$ 1.132,50. Atualmente, 149 funcionários recebem abaixo disso.
A próxima assembleia geral será na sexta-feira (24), em frente à sede da prefeitura. Nesta quinta (23), serão realizadas manifestações nas Diretorias Regionais de Ensino (DREs).
Professores da rede de ensino municipal de São Paulo decidiram nessa terça-feira (21) em assembleia manter a greve iniciada em 2 de maio. Embora tenha mantido as propostas apresentadas nas negociações anteriores, a Secretaria de Educação condiciona a liberação do pagamento relativo aos dias parados à reposição das aulas. Isso fez com que a categoria decidisse continuar com o movimento.
Segundo matéria publicada no site Rede Brasil Atual, o presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal (Sinpeem), Claudio Fonseca, questionou o ato da atual gestão, considerando que a prática em administrações anteriores era pagar os dias parados e depois garantir a reposição das aulas. “Continuamos apostando que o governo possa ter sensibilidade para apresentar resposta concreta à reivindicação da categoria e reconhecer o direito de greve. O governo decidiu descontar todos os 20 dias de greve até aqui, num ato inédito na prefeitura de São Paulo. Nem José Serra, nem Gilberto Kassab decidiram pelo desconto, sempre optaram pela reposição das aulas, pelo compromisso com a população”, diz.
Os trabalhadores reivindicam reajuste de 6,55% retroativo a maio de 2011, 4,61% retroativo a maio de 2012 e 5,6% para este mês. Além disso, a categoria quer melhores condições de trabalho, acabar com as terceirizações e garantir a realização de concurso para os cargos vagos na administração municipal.
A prefeitura manteve sua posição inicial, com a proposta de reajuste prevista no substitutivo ao Projeto de Lei 155, de 2012, encaminhado pelo prefeito Fernando Haddad (PT) à Câmara. O texto, prevê reajuste de 0,01% referente a maio de 2011, de 0,82% para novembro de 2011, de 0,01% para maio de 2012 e de 0,18% para este mês. O pagamento dos reajustes seria feito em duas parcelas, a primeira em agosto deste ano e a segunda em agosto de 2014. Além disso, fica estabelecido um novo piso salarial para os servidores, de R$ 1.132,50. Atualmente, 149 funcionários recebem abaixo disso.
A próxima assembleia geral será na sexta-feira (24), em frente à sede da prefeitura. Nesta quinta (23), serão realizadas manifestações nas Diretorias Regionais de Ensino (DREs).

