Do site do PSOL Nacional – Leonor Costa
O auditório do centro Darcy Ribeiro, na Universidade de Brasília (UnB), ficou pequeno na noite desta quinta-feira, 9 de maio. Militantes sociais, estudantes, dirigentes partidários, parlamentares e sindicalistas encheram o espaço para receber o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que esteve na Capital Federal durante todo o dia. A emoção e a expectativa eram a marca do semblante de boa parte do público que lotou o auditório, para ver o novo líder da Revolução Bolivariana fazer sua saudação.
O PSOL era uma das organizações presentes. Entre os integrantes da delegação do Partido Socialismo e Liberdade, estavam o presidente e deputado federal Ivan Valente, o senador Randolfe Rodrigues, o deputado federal Chico Alencar, a ex-deputada Luciana Genro, o presidente do PSOL do Distrito Federal, Antônio Andrade (Toninho do PSOL) e outros membros da direção nacional. Conduzida pelos jornalistas Éric Nepomuceno e Fernando Moraes, a atividade com Maduro durou mais de uma hora e arrancou aplausos do público em vários momentos.
Com origem no movimento dos trabalhadores metroviários, tendo trabalhado desde jovem como condutor no Metropolitano de Caracas, Maduro soube dialogar com o público, formado majoritariamente por militantes de movimentos sociais e de partidos de esquerda. “Somos um governo de uma revolução popular e democrática. O que está em curso na Venezuela e também em alguns países da América Latina é uma batalha de valores e de ideias”, disse o presidente Venezuelano, ao se referir ao processo revolucionário em andamento no seu país. Ele firmou o compromisso de que continuará o legado de Hugo Chávez, quem, segundo ele, representava genuinamente o povo venezuelano. Ainda sobre o companheiro Chávez, Maduro ressaltou a capacidade e inteligência com que ele conduziu a “revolução bolivariana, popular e socialista” nesses últimos anos
Em relação à entrada da Venezuela no Mercosul, Maduro disse que o objetivo é “fortalecer” o bloco, para garantir a soberania da América Latina. “Construir um Mercosul voltado para aos interesses dos trabalhadores e dos povos da América Latina”, pontuou.
O presidente venezuelano também falou das diversas lutas dos povos da região. “Cada um com suas particularidades, vamos unindo forças para construir o futuro da América Latina”, enfatizou, arrancando uma forte reação do público.
Uma crítica que não poderia faltar no discurso do novo presidente venezuelano, que enfrentou ao longo dos últimos dois meses a investida de setores conservadores e empresariais do país, foi quanto ao papel desempenhado pela mídia, tanto em relação à Venezuela como em relação aos governos populares de outros países da região. Segundo o presidente, mesmo com toda a manipulação dos meios de comunicação, o processo revolucionário e popular implementado nos anos de governo Chávez segue firme, com o apoio da população.
Ao final da conferência, após as falas dele e dos representantes do MST, da UNE, da FUP (Federação Única dos Petroleiros) e da Fundação Darcy Ribeiro, Nicolás Maduro foi presenteado com as bandeiras das organizações presentes, incluindo a do PSOL. O deputado Ivan Valente, o senador Randolfe Rodrigues e a dirigente nacional do partido Luciana Genro também fizeram uma saudação pessoalmente ao presidente da Venezuela.
Novo presidente da Venezuela relembra o legado do companheiro Hugo Chávez e afirma que continuará a Revolução Bolivariana
O auditório do centro Darcy Ribeiro, na Universidade de Brasília (UnB), ficou pequeno na noite desta quinta-feira, 9 de maio. Militantes sociais, estudantes, dirigentes partidários, parlamentares e sindicalistas encheram o espaço para receber o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que esteve na Capital Federal durante todo o dia. A emoção e a expectativa eram a marca do semblante de boa parte do público que lotou o auditório, para ver o novo líder da Revolução Bolivariana fazer sua saudação.
O PSOL era uma das organizações presentes. Entre os integrantes da delegação do Partido Socialismo e Liberdade, estavam o presidente e deputado federal Ivan Valente, o senador Randolfe Rodrigues, o deputado federal Chico Alencar, a ex-deputada Luciana Genro, o presidente do PSOL do Distrito Federal, Antônio Andrade (Toninho do PSOL) e outros membros da direção nacional. Conduzida pelos jornalistas Éric Nepomuceno e Fernando Moraes, a atividade com Maduro durou mais de uma hora e arrancou aplausos do público em vários momentos.
Com origem no movimento dos trabalhadores metroviários, tendo trabalhado desde jovem como condutor no Metropolitano de Caracas, Maduro soube dialogar com o público, formado majoritariamente por militantes de movimentos sociais e de partidos de esquerda. “Somos um governo de uma revolução popular e democrática. O que está em curso na Venezuela e também em alguns países da América Latina é uma batalha de valores e de ideias”, disse o presidente Venezuelano, ao se referir ao processo revolucionário em andamento no seu país. Ele firmou o compromisso de que continuará o legado de Hugo Chávez, quem, segundo ele, representava genuinamente o povo venezuelano. Ainda sobre o companheiro Chávez, Maduro ressaltou a capacidade e inteligência com que ele conduziu a “revolução bolivariana, popular e socialista” nesses últimos anos
Em relação à entrada da Venezuela no Mercosul, Maduro disse que o objetivo é “fortalecer” o bloco, para garantir a soberania da América Latina. “Construir um Mercosul voltado para aos interesses dos trabalhadores e dos povos da América Latina”, pontuou.
O presidente venezuelano também falou das diversas lutas dos povos da região. “Cada um com suas particularidades, vamos unindo forças para construir o futuro da América Latina”, enfatizou, arrancando uma forte reação do público.
Uma crítica que não poderia faltar no discurso do novo presidente venezuelano, que enfrentou ao longo dos últimos dois meses a investida de setores conservadores e empresariais do país, foi quanto ao papel desempenhado pela mídia, tanto em relação à Venezuela como em relação aos governos populares de outros países da região. Segundo o presidente, mesmo com toda a manipulação dos meios de comunicação, o processo revolucionário e popular implementado nos anos de governo Chávez segue firme, com o apoio da população.
Ao final da conferência, após as falas dele e dos representantes do MST, da UNE, da FUP (Federação Única dos Petroleiros) e da Fundação Darcy Ribeiro, Nicolás Maduro foi presenteado com as bandeiras das organizações presentes, incluindo a do PSOL. O deputado Ivan Valente, o senador Randolfe Rodrigues e a dirigente nacional do partido Luciana Genro também fizeram uma saudação pessoalmente ao presidente da Venezuela.

