Distrito de Carapanatuba encerrou os três meses da maratona popular, marcada por 18 assembleias, 10 mil participantes, 7 mil credenciados e 700 delegados
“Voz e vez, esse sentimento ganhou força em Macapá”. Essas foram as primeiras palavras do deputado federal (SP) e presidente nacional do PSOL, Ivan Valente, ao chegar ao Distrito de Carapanatuba, local da última Escuta Popular. Acompanhado do prefeito de Macapá, Clécio Luís, também do PSOL, o parlamentar fez questão de manter um diálogo aberto com o povo ribeirinho. “São as políticas públicas que asseguram à população o que é de direito. Nossa obrigação, enquanto governante, é ouvir esse recado e transformá-lo em realidade”, destacou o presidente nacional do PSOL.
Contagiado pelo ambiente, Ivan Valente, complementou: “Há muita coisa para melhorar não só no Amapá, mas em todo País, portanto, vamos fazer essa mudança juntos, somando esforços, sem dispersão, e o começo é esse: escutar o povo e seguir na direção popular”, afirmou Ivan Valente.
Para o prefeito de Macapá, Clécio Luís, é preciso manter diálogo franco com o povo, apontando as demandas que podem ser atendidas dentro da realidade da máquina pública. “Temos um mecanismo governamental de democracia participativa que permite aos cidadãos influenciar ou decidir sobre os orçamentos públicos e, dentro deste processo, o diálogo deve ser transparente, pois é necessário que o povo saiba o que de fato pode ser efetivado. Essa relação de proximidade com a população é caminho para fazermos isso”, compartilhou Clécio Luís.
A Escuta Popular do Distrito de Carapanatuba encerra o ciclo de assembleias, o qual reuniu mais de 10 mil participantes, 7 mil credenciados e 700 delegados. O próximo passo será o Congresso do Povo, que reunirá todos os delegados eleitos nas 18 assembleias populares, marcado para este segundo semestre.
“Voz e vez, esse sentimento ganhou força em Macapá”. Essas foram as primeiras palavras do deputado federal (SP) e presidente nacional do PSOL, Ivan Valente, ao chegar ao Distrito de Carapanatuba, local da última Escuta Popular. Acompanhado do prefeito de Macapá, Clécio Luís, também do PSOL, o parlamentar fez questão de manter um diálogo aberto com o povo ribeirinho. “São as políticas públicas que asseguram à população o que é de direito. Nossa obrigação, enquanto governante, é ouvir esse recado e transformá-lo em realidade”, destacou o presidente nacional do PSOL.
Contagiado pelo ambiente, Ivan Valente, complementou: “Há muita coisa para melhorar não só no Amapá, mas em todo País, portanto, vamos fazer essa mudança juntos, somando esforços, sem dispersão, e o começo é esse: escutar o povo e seguir na direção popular”, afirmou Ivan Valente.
Para o prefeito de Macapá, Clécio Luís, é preciso manter diálogo franco com o povo, apontando as demandas que podem ser atendidas dentro da realidade da máquina pública. “Temos um mecanismo governamental de democracia participativa que permite aos cidadãos influenciar ou decidir sobre os orçamentos públicos e, dentro deste processo, o diálogo deve ser transparente, pois é necessário que o povo saiba o que de fato pode ser efetivado. Essa relação de proximidade com a população é caminho para fazermos isso”, compartilhou Clécio Luís.
A Escuta Popular do Distrito de Carapanatuba encerra o ciclo de assembleias, o qual reuniu mais de 10 mil participantes, 7 mil credenciados e 700 delegados. O próximo passo será o Congresso do Povo, que reunirá todos os delegados eleitos nas 18 assembleias populares, marcado para este segundo semestre.

