Extração representa riscos à saúde da população e de contaminação do meio ambiente, incluindo lençóis freáticos
Os deputados do PSOL Chico Alencar e Ivan Valente apresentaram, nesta quarta-feira (27), Projeto de Decreto Legislativo (PDC) para sustar a 12ª rodada de licitações para exploração de gás natural, incluindo o gás não convencional, mais conhecido como gás de xisto. A extração do gás de xisto representa sério risco de contaminação de lençóis freáticos e de explosão por vazamento de metano, ameaçando o meio ambiente e a saúde da população.
Os leilões estão marcados para os dias 28 e 29 deste mês (quinta e sexta-feiras). São 240 blocos exploratórios em sete bacias sedimentares, localizados nos estados do Amazonas, Acre, Tocantins, Alagoas, Sergipe, Piauí, Mato Grosso, Goiás, Bahia, Maranhão, Paraná e São Paulo. A extração do gás de xisto se dará através do fraturamento hidráulico, técnica que consiste na explosão de rochas muito profundas, resultando na exploração de reservatórios que antes eram inatingíveis.
Para o PSOL, os riscos da exploração do gás de xisto são de graves danos ao meio ambiente e à saúde da população. A extração do gás já foi proibida na França e Bulgária. Países como República Tcheca, Romênia, Alemanha e Espanha decidiram aprofundar pesquisas.
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) já se manifestaram contrárias à exploração e destacaram que boa parte das reservas de gás/óleo de xisto da Bacia do Paraná no Brasil e parte das reservas do norte da Argentina estão logo abaixo do Aquífero Guarani, a maior fonte de água doce de ótima qualidade da América do Sul.
O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, a Comissão da Pastoral da Terra, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, o Instituto Brasileiro de Assuntos Sociais e Econômicos, o Greenpeace, o Instituto Socioambiental, entre outras entidades também se manifestaram contrários.
Os deputados do PSOL Chico Alencar e Ivan Valente apresentaram, nesta quarta-feira (27), Projeto de Decreto Legislativo (PDC) para sustar a 12ª rodada de licitações para exploração de gás natural, incluindo o gás não convencional, mais conhecido como gás de xisto. A extração do gás de xisto representa sério risco de contaminação de lençóis freáticos e de explosão por vazamento de metano, ameaçando o meio ambiente e a saúde da população.
Os leilões estão marcados para os dias 28 e 29 deste mês (quinta e sexta-feiras). São 240 blocos exploratórios em sete bacias sedimentares, localizados nos estados do Amazonas, Acre, Tocantins, Alagoas, Sergipe, Piauí, Mato Grosso, Goiás, Bahia, Maranhão, Paraná e São Paulo. A extração do gás de xisto se dará através do fraturamento hidráulico, técnica que consiste na explosão de rochas muito profundas, resultando na exploração de reservatórios que antes eram inatingíveis.
Para o PSOL, os riscos da exploração do gás de xisto são de graves danos ao meio ambiente e à saúde da população. A extração do gás já foi proibida na França e Bulgária. Países como República Tcheca, Romênia, Alemanha e Espanha decidiram aprofundar pesquisas.
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) já se manifestaram contrárias à exploração e destacaram que boa parte das reservas de gás/óleo de xisto da Bacia do Paraná no Brasil e parte das reservas do norte da Argentina estão logo abaixo do Aquífero Guarani, a maior fonte de água doce de ótima qualidade da América do Sul.
O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, a Comissão da Pastoral da Terra, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, o Instituto Brasileiro de Assuntos Sociais e Econômicos, o Greenpeace, o Instituto Socioambiental, entre outras entidades também se manifestaram contrários.

