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PSOL-MS divulga nota sobre o desafio dos trabalhadores diante da crise

O PSOL de Mato Grosso do Sul, juntamente com outras organizações de esquerda e sindicais no estado, divulga a nota abaixo, em que analisa o cenário de ataque aos trabalhadores e de retirada de direitos. O texto aponta especialmente a importância da unidade de todas as categorias em defesa de seus interesses. “Conclamamos os trabalhadores para que defendam os seus interesses: manutenção dos empregos, recomposição do poder de compra dos salários, reforma agrária (terra para quem nela quer trabalhar), contra a regressão na previdência social e no seguro-desemprego. Abaixo o PL 4330, que legaliza a terceirização de tal forma que ela significa diminuição de direitos trabalhistas e redução de salários”, pontua a nota.
 
Confira o texto completo.  
 
O momento político e a pauta dos trabalhadores
Frente ao momento político que vivemos neste início de 2015, é necessário que as entidades sindicais e do campo popular se manifestem na defesa dos interesses da maioria da população, que são os trabalhadores da cidade e do campo, estudantes e desempregados, bem como aqueles que vivem a realidade do subemprego.
 
A crise econômica e política afeta diretamente os trabalhadores de diversas formas. Com a alta do custo de vida, a inflação diminui o poder de compra dos salários. Enquanto industriais e comerciantes podem repassar a inflação para os seus produtos de forma imediata, os assalariados têm que esperar um ano para ter a reposição das perdas (quando tem). O desemprego aumenta e programas sociais sofrem cortes. Mudanças na previdência e no seguro-desemprego também afetam os trabalhadores.
 
Por isso, conclamamos os trabalhadores para que defendam os seus interesses: manutenção dos empregos, recomposição do poder de compra dos salários, reforma agrária (terra para quem nela quer trabalhar), contra a regressão na previdência social e no seguro-desemprego. Abaixo o PL 4330, que legaliza a terceirização de tal forma que ela significa diminuição de direitos trabalhistas e redução de salários.
 
Por outro lado os trabalhadores devem refletir sobre a crise política. A quem interessa neste momento promover uma ruptura, uma quebra, na democracia? Com o afastamento da presidente Dilma quem assumiria? Esse novo presidente atenderia os interesses da maioria (os trabalhadores) ou do empresariado?
 
É preciso sim combater a corrupção e criar novos mecanismos de controle dos gastos públicos, bem como é preciso uma profunda reforma política para acabar com os privilégios dos políticos. Mas precisamos estar atentos para os ataques contra os direitos trabalhistas que se escondem por trás de certos setores golpistas.
 
As organizações sindicais e populares precisam reafirmar sua independência dos governos (federal, estadual e municipal) e se concentrar na defesa dos interesses da maioria.
 
Nem golpe político, nem golpe nos direitos dos trabalhadores.
 
Cobramos do Congresso Nacional (deputados e senadores) e dos governos federal e estadual o respeito aos direitos trabalhistas.
 
Reforma política para acabar com a corrupção, sim! Ataque aos direitos dos trabalhadores, não!
 
PSOL/MS – PCdoB/MS – PSTU/MS. – AUCE Campo Grande
Central Intersindical– Instrumento de Luta da Classe Trabalhadora
Cedampo – Centro de Documentação dos Movimentos Populares
Tribunal Popular da Terra/MS
OLT/MS – Organização de Luta pela Terra
 

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