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PSOL pede que PGR investigue Bolsonaro por interferência em nomeações no IPHAN

A bancada do PSOL na Câmara enviou, nesta segunda-feira (25), um pedido para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) investigue Jair Bolsonaro por advocacia administrativa, pelas suas interferências no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Na reunião ministerial de 22 de abril, Jair Bolsonaro deturpou fatos ao atacar o Iphan. O presidente afirmou que o Iphan decidiu parar uma obra de Luciano Hang, seu amigo, por ter encontrado “cocozinho petrificado de índio”. Mas nunca houve interrupção da obra e foi uma consultoria contratada pelo próprio Hang que encontrou um item considerado arqueológico.

No domingo, o jornal Folha de S. Paulo mostrou que Kátia Bogéa, ex-presidenta do Iphan, disse que foi demitida “após reclamações de Luciano Hang e Flávio Bolsonaro”.

A representação também cita que cargos de comando do Iphan têm sido ocupados por pessoas sem qualificação técnica. A lista inclui uma blogueira, um pastor e um youtuber do Aliança pelo Brasil, partido que Bolsonaro tenta fundar.

“A preservação do patrimônio cultural brasileiro está ameaçada. O governo Bolsonaro tem sucateado a área cultural de forma progressiva e severa. O Iphan tem sido golpeado dramaticamente nesse processo”, escreveram os parlamentares no pedido.

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