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Randolfe desmascara esquema contra senadores do Amapá

Grupo tem reunido documentos falsos para desmoralizar senadores Randolfe Rodrigues e João Alberto Capiberibe
 
Nesta terça-feira (13), o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) fez uso da tribuna do Senado para declarar a perseguição que vem sofrendo dentro e fora do Congresso Nacional. Desde o início deste ano, um grupo político tem trabalhado um falso dossiê que criminaliza Randolfe Rodrigues e o senador João Alberto Capiberibe (PSB). Os senadores tomaram todas as providências para que o caso fosse então esclarecido, bem como apontam os responsáveis pela denúncia caluniosa e pedem punição. O dossiê contra os senadores foi levado à Comissão de Ética do Senado, que nem arquiva e nem aceita a denúncia, contrariando o regimento interno da Casa, permitindo que o documento seja usado como objeto de coação.
 
O caso foi arquivado pela Procuradoria Geral da República, que recomendou ao Ministério Público do Estado a denúncia contra Fran Júnior, articulador do dossiê, por falsidade documental. Fran Soares Nascimento Júnior é atualmente chefe de gabinete do deputado estadual do Amapá, Moisés Souza, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado, afastado em 2012 por denúncias de formação de quadrilha, fraude em licitação, peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
 
Fran Júnior também foi um dos denunciados pela Comissão Parlamentar de Inquérito do Narcotráfico, do Senado, acusado de envolvimento no crime organizado, tráfico de drogas e corrupção ativa. Para o mandato do senador Randolfe Rodrigues, “a ação deste Senhor é uma clara tentativa de intimidação ao trabalho dos senadores”.
 
Nesta semana, o senador Randolfe recebeu o resultado da perícia oficial realizada a pedido do Ministério Público do Amapá, pela Polícia Técnico Cientifica-Departamento de Criminalística/Grupo de Atividade de Perícia Especial do Estado. O laudo afirma que “indícios de falsificação por acréscimo, já que foram detectadas diferenças de espaços entre as linhas no campo destinado ao “Histórico””, onde estão descritos os valores dos recibos.
 
O documento destaca ainda, que a análise realizada em cópias dos documentos, as mesmas periciadas por Ricardo Molina, não permite afirmar que as assinaturas partiram do punho do senador Randolfe. Como pode ser verificado, no campo conclusão do laudo: “Face aos exames realizados, os signatários concluem que os documentos, por tratar-se de fotocópias, não permitem aos peritos afirmar que as assinaturas partiram do punho de Randolph Frederich Rodrigues Alves RG 050.360/AP.”.
 
Randolfe aguarda resposta para sua solicitação feita à Assembleia Legislativa do Amapá, requerendo os documentos originais referentes a pagamentos feitos a ele, no período das denúncias que constam no dossiê. O pedido foi negado pela Assembleia Legislativa, com a justificativa de que não possui os documentos.
O senador também já disponibilizou a quebra de seu sigilo fiscal e bancário no período citado no documento, além da microfilmagem de todos os cheques recebidos por ele onde não consta nenhum pagamento alegado no dossiê. 
 
As assessorias jurídicas dos senadores Randolfe Rodrigues e João Alberto Capiberibe trabalham no sentido de responsabilizar os caluniadores.

 

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