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Criticado pelo MBL, projeto do PSOL suspende privatização dos Correios

Em outubro de 2019, a bancada do PSOL apresentou um projeto de decreto legislativo (PDL 666/19) com a finalidade de suspender o decreto do presidente Jair Bolsonaro que incluiu os Correios no “Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República”. Em outras palavras, na lista de empresas públicas a serem privatizadas pelo governo Bolsonaro.

Na última semana, parlamentares e figuras ligadas ao MBL, Novo e similares decidiram criticar o projeto do PSOL que impede a privatização da empresa, com o falso argumento de que a empresa dá prejuízo aos cofres públicos.

O deputado Glauber Braga, autor do projeto que impede a privatização ao lado de outros deputados do PSOL, rebateu esse discurso mentiroso: “As demonstrações financeiras divulgadas no primeiro trimestre de 2019 pela empresa referente ao ano anterior comprovam que os Correios geraram lucro líquido de R$ 667,3 milhões e de R$ 161 milhões em 2017 e 2018, respectivamente, isso já descontados os repasses feitos da empresa ao governo federal”, relembra.

Além das quase 7 mil unidades de postagens e mais 9 mil unidades de distribuição, inclusive em áreas remotas do país, os Correios também cumprem papel de “braço logístico do Estado” e participam da criação de endereços que permitem a solicitação de serviços básicos de água e luz e funcionam também como agência bancária, ponto de cadastramento em programas sociais e distribuidor de vacinas, entre outros serviços.

“Essa atribuição dos Correios ultrapassa suas funções básicas de provedor dos serviços postais para alcançar um patamar de agente ativo na organização e regulação do espaço”, afirma Glauber Braga.

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