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Diretor da ANS que omitiu currículo renuncia a cargo. PSOL denunciou conflito de interesses

Desde que se tornaram públicas as denúncias de que Elano Figueiredo omitiu parte de seu currículo para assumir o cargo de diretor da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o PSOL propôs que a Câmara dos Deputados o chamasse para prestar esclarecimentos. Afinal, Figueiredo assumia uma função em uma agência reguladora após ter trabalhado para planos privados de saúde. Elano Figueiredo nunca foi a Câmara. Ontem (02) à noite, ele renunciou ao cargo.
 
O líder do PSOL, deputado Ivan Valente (SP), logo após que as denúncias vieram à tona pelo jornal O Globo, apresentou requerimento para que Elano Figueiredo explicasse os motivos de ter ocultado de seu currículo os trabalhos em dois planos de saúde privados, Unimed e HapVida. A audiência pública chegou a ser marcada por duas vezes na Comissão de Defesa do Consumidor, mas Figueiredo não apareceu.
 
Para o deputado estava claro que Elano Figueiredo não queria dar explicações aos parlamentares, nem a população, e se utilizava do fato que a Comissão de Ética Pública já avaliava o caso. Diante disso, Ivan Valente apresentou requerimento para convidar o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para que este explicasse as condições de Figueiredo.
 
Ontem, a Comissão de Ética da Presidência da República entendeu que Figueiredo não teve conduta ética ao omitir em seu currículo enviado ao governo e ao Senado que trabalhou para empresas privadas de Plano de Saúde. Com base nisso, aprovou aplicação de advertência e recomendou a demissão dele.
 

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