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PSOL defende articulação de partidos anticapitalistas da América Latina e reforça solidariedade aos povos oprimidos do mundo

O 7° Congresso Nacional do PSOL, que se reúne virtualmente neste final de semana, aprovou sua resolução sobre a conjuntura política internacional e apontou como principal tarefa para o PSOL articular uma rede de partidos anticapitalistas da América Latina e que, através dessa rede, se dialogue com outras experiências de esquerda em outras partes do mundo.

“O PSOL deve alargar sua articulação com outras forças politicas anticapitalistas do mundo,
em particular da América Latina, como forma de compartilhar experiências, unificar
diagnósticos e propostas de ação”, diz trecho da resolução aprovada pela maioria dos delegados e delegadas.

A América do Sul foi palco do último ciclo de grandes mobilizações populares, que apontam para a necessidade de maior articulação entre todas essas experiências. “Sob a pandemia, esse ascenso, ao contrário de ser freado, ampliou-se em todo o continente a partir da rebelião antirracista nos EUA. Ele esteve na base da derrota do golpe contra Evo Morales e da vitória do MAS nas eleições da Bolívia, no fim da Constituição pinochetista e da eleição de uma nova Constituinte protagonizada pela esquerda no Chile, na eleição de Pedro Castillo no Peru e, finalmente, da derrota de Trump nas eleições dos EUA, debilitando a extrema-direita em nível internacional. Abriu-se um novo momento no cenário político internacional que a esquerda deve aproveitar”, diz outro trecho da resolução.

O PSOL também reforça sua solidariedade com os povos oprimidos do mundo, em particular palestinos, curdos, saharauís e outros vitimados pelo colonialismo e pelo racismo, assim como a todos os processos de resistência popular, indígena, feminista e anticolonial.

Nosso partido também denuncia todas as formas de xenofobia praticadas e estimuladas pelas forças de extrema-direita em diversas partes do mundo. “Surgiu uma extrema-direita anti-establishment que passou a questionar as instituições e organismos políticos, financeiros e militares multilaterais internacionais, bem como a democracia liberal enquanto regime de dominação. A eleição de Trump, em 2017, foi o ponto alto alcançado por essas correntes que passaram a ganhar uma relevância internacional”, avalia a resolução.

A luta das mulheres, dos negros, dos indígenas e pelo clima desencadeou jornadas de lutas históricas pelo planeta e das quais o Brasil fez parte. “Já em 2017, ocorreram as mobilizações das mulheres estadunidenses contra a posse de Trump, e a poderosa mobilização do #EleNão contra a eleição de Bolsonaro no Brasil. Em 2019, uma “onda verde” pela legalização do aborto tomou conta da Argentina. No Chile, a luta das mulheres foi acompanhada de multitudinárias mobilizações de rua”, relembra outro trecho da resolução aprovada.

O PSOL também aponta o ecossocialismo como perspectiva estratégica para a humanidade e motor de mobilização popular em diversos pontos do planeta e buscará aprofundar seu diagnóstico sobre a crise da globalização neoliberal e a escalada da destruição ambiental.

Leia a resolução aprovada na íntegra.

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