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PSOL espera que Corregedoria decida destino de deputados em três semanas

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O líder do PSOL, deputado Chico Alencar, ao final da reunião com o corregedor da Câmara, Eduardo da Fonte, nesta quarta-feira 11, disse que espera que a Corregedoria conclua as investigações sobre os parlamentares envolvidos nas denúncias com o contraventor Carlos Cachoeira em até três semanas.

Juntamente com Chico Alencar, o presidente do PSOL, deputado Ivan Valente, o coordenador da Frente de Combate à Corrupção, Francisco Praciano, e o deputado Carlos Sampaio foram cobrar celeridade na apuração dos fatos que envolvem os deputados Rubens Otoni, Carlos Leréia e Sandes Júnior.

O corregedor informou que será criada uma comissão de sindicância para tratar das representações dos três deputados, que já foram notificados, e outras que vierem a ser protocoladas que estejam ligadas ao contraventor Carlos Cachoeira. Segundo ele, até amanhã serão indicados os nomes dos parlamentares que integrarão a sindicância. “Vamos também solicitar ao STF [Supremo Tribunal Federal] e Ministério Público cópias dos inquéritos que correm nesses órgãos”, afirmou o deputado Eduardo da Fonte.

Para o deputado Chico Alencar, independentemente da obtenção desses documentos, a Corregedoria tem condições de avaliar se os deputados citados infringiram o Código de Ética e apresentar pedido de abertura de processo no Conselho. “E quando for encaminhado ao Conselho de Ética, nem o ‘recesso branco’ por causa do calendário eleitoral deve interferir no andamento das investigações”, alertou.

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O deputado Ivan Valente disse que o partido continuará alerta quanto aos parlamentares que estão sendo citados por envolvimento com Carlos Cachoeira e não descartou a possibilidade de outras representações.

Ele relembrou ainda do caso envolvendo a deputada Jaqueline Roriz – investigada e considerada culpada por quebra de decoro no Conselho de Ética ao ser flagrada, em gravação de vídeo, recebendo dinheiro para constituição de caixa dois na campanha eleitoral de 2006 – que foi absolvida pelo plenário da Câmara. “Faz-se, nestes casos, mais ainda, a instituição do voto aberto no Congresso Nacional”, afirmou, defendendo a votação do segundo turno da PEC 349/2001.

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