O senador Randolfe Rodrigues, do PSOL do Amapá, defendeu no plenário do Senado, na terça-feira (12), a aprovação de uma emenda ao Orçamento Impositivo, que garantia o aumento para 18% da receita liquida da União, em repasses para a saúde.
A emenda conseguiu 34 votos favoráveis e 23 contra. Para sua aprovação eram necessários 49 votos. Em uma manobra da base do governo, que defendia o voto contrário à emenda, os senadores dos partidos da base governista esvaziaram o plenário para que a proposta não atingisse o número de votos necessários para sua aprovação.
“O Partido Socialismo e Liberdade, acreditando que um dos principais problemas da saúde pública no Brasil é o financiamento, é coerente com sua trajetória, assim como votamos ‘sim’ ao ‘Programa Mais Médicos’, votamos ‘sim’ a esta emenda, porque não é possível resolver o problema da saúde pública atrofiando Estados e Municípios. É fundamental a aprovação desta emenda e o financiamento da saúde pública no Brasil. Só quem pode se responsabilizar pelo financiamento da saúde pública no Brasil, é a União. O PSOL encaminha o voto ‘sim’ à emenda”, disse Randolfe em defesa de mais recursos para a saúde.
A emenda conseguiu 34 votos favoráveis e 23 contra. Para sua aprovação eram necessários 49 votos. Em uma manobra da base do governo, que defendia o voto contrário à emenda, os senadores dos partidos da base governista esvaziaram o plenário para que a proposta não atingisse o número de votos necessários para sua aprovação.
“O Partido Socialismo e Liberdade, acreditando que um dos principais problemas da saúde pública no Brasil é o financiamento, é coerente com sua trajetória, assim como votamos ‘sim’ ao ‘Programa Mais Médicos’, votamos ‘sim’ a esta emenda, porque não é possível resolver o problema da saúde pública atrofiando Estados e Municípios. É fundamental a aprovação desta emenda e o financiamento da saúde pública no Brasil. Só quem pode se responsabilizar pelo financiamento da saúde pública no Brasil, é a União. O PSOL encaminha o voto ‘sim’ à emenda”, disse Randolfe em defesa de mais recursos para a saúde.

